sábado, 5 de novembro de 2011


Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?
(Fernando Pessoa)


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ausência,,,

"Esse jejum das tuas palavras
deixa-me esfomeada,
carente,
quase doente.
Preciso do riso
... embutido
no açúcar dos teus recados.
A tua falta
é pior que dor de dente.
Quero a presença,
a pimenta,
o sal,
quero todo o tempero
desta salada ardente. 
Tua ausência me
embrulha o estômago,
minha testa fica quente.
Quero um chá de teus versos
para me aliviar de todo o mal.
Quero ficar curada.
Por favor, não fiques assim tão ausente!"

Pra Você Guardei , , ,

Sintomas de Saudade ,,,







Eu só quero que você saiba


Que estou pensando em você


Agora e sempre mais



Eu só quero que você ouça


A canção que eu fiz pra dizer


Que eu te adoro cada vez mais


E que eu te quero sempre em paz

Tô com sintomas de saudade



Tô pensando em você


E como eu te quero tanto bem


Aonde for não quero dor


Eu tomo conta de você


Mas te quero livre também


Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você caiba



No meu colo


Porque eu te adoro cada vez mais


Eu só quero que você siga


Para onde quiser


Que eu não vou ficar muito atrás
Tô com sintomas de saudade



Tô pensando em você


E como eu te quero tanto bem


Aonde for não quero dor


Eu tomo conta de você


Mas te quero livre também


Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você saiba



Que estou pensando em você


Mas te quero livre também


Como o tempo vai e o vento vem


E que eu te quero livre também


Como o tempo vai e o vento vem

Amor, I Love You !!!

Deixa eu dizer que te amo
Deixa eu pensar em você
Isso me acalma, me acolhe a alma
Isso me ajuda a viver
Hoje contei pras paredes
Coisas do meu coração
Passei no tempo, caminhei nas horas
Mais do que passo a paixão
É um espelho sem razão
Quer amor, fique aqui
Meu peito agora dispara
Vivo em constante alegria
É o amor que está aqui
Amor I Love You !
"... tinha suspirado,
tinha beijado o papel devotamente!
Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades,
e o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas,
como um corpo ressequido que se estira num banho tépido;
sentia um acréscimo de estima por si mesma,
e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante,
onde cada hora tinha o seu encanto diferente,
cada passo condizia a um êxtase,
e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações!"